O péssimo costume de procrastinar, empurrar com a barriga.
Isso traz um resultado ruim para nós mesmos.
As coisas não andam, a vida fica parada, os problemas não são resolvidos, simplesmente porque estamos esperando as coisas mudarem por si só.
Temos que deixar de lado essa atitude passiva e conformada, assumindo a responsabilidade pela própria vida.
É como se eu ficasse à beira de um rio, vendo a vida passar, adiando indefinidamente colocar o meu barco para navegar.
Num dia, a desculpa é que as águas estão revoltas, outro é que o vento está forte e mais para frente é porque as águas estão turvas.
No final, a vida passa e eu não me coloco a navegar.
Pensamos demais e fazemos de menos. Temos que dar espaço para a ação. Tomar a iniciativa. Dar o primeiro passo, pois uma longa caminhada começa com um pequeno passo.
Um pouco de planejamento sempre é bom, mas buscar o plano perfeito é um motivo para não iniciar a empreitada.
Não tente se proteger de tudo e de todos. Uma preocupação excessiva com a proteção pode nos impedir de sair de casa.
Não tenha tanto medo, assuma alguns riscos. Comece com riscos pequenos, caso o medo seja muito grande.
Assuma que as coisas podem ser realizadas passo a passo, um dia de cada vez.
Dizem que é bom pegar o touro à unha, ou seja, pegar a tarefa mais árdua do dia logo de começo.
Dê as coisas como concluídas e siga para a próxima empreitada. Não fique indefinidamente numa única tarefa. Quando isso acontece, normalmente a mente está presa, atada ao perfeccionismo.
Beco




