Pare com essa discussão interna excessiva e inadequada.
Dê um crédito a si mesmo.
Acredito na sua capacidade. Você consegue.
Sei que as dificuldades podem parecer demais, mas você tem razões de sobra para não desanimar.
Transforme essa crítica interna numa força interna.
Não use a tradicional taxa de desconto para o seu sucesso – a sorte.
Quando não nos valorizamos, costumamos atribuir à sorte o resultado do nosso esforço. Temos que nos dar crédito pelas realizações.
Quando damos muito crédito à sorte, estamos descontando da nossa capacidade e autoconfiança.
Até a pessoa mais competente poderia ter tropeçado na mesma casca de banana. A boa notícia é que podemos aprender com nossas quedas, e não há nada de mais.
Trabalhe a crítica interna como uma correção de rumos e uma aprendizagem e não como um tempo gasto na auto-depreciação.
Não se culpe. Você não é perfeito. Aliás, ninguém é.
Tem algo errado comigo – tem algo errado com esta afirmação.
Reconhecer que algo está errado é diferente de se achar errado.
Quando você reconhecer que algo está errado, analise o problema até a causa real, até a raiz do problema, evitando ficar na auto-crítica.
Veja se você não é muito crítico e rigoroso com os outros, pois isso é um sintoma de quem é excessivamente crítico consigo próprio.
Não se chame de estúpido – não seja tão crítico.
Não se dê adjetivos depreciativos.
Problemas, dificuldades e falhas fazem parte da nossa vida, mas podemos sobrepujar, aprender e evoluir.
Quando você estiver iniciando uma discussão interna, procure a variante racional. Busque as evidências objetivas e a conversa vai ser melhor.
Beco



