Ao ler a postagem de hoje de Gretchen Rubin, não pude resistir repetir seus comentários num assunto que eu mesmo já havia postado anteriormente.
Ela expõe o hábito ruim que temos de fazer muito pelos outros, esperando que gostem, que reconheçam e que agradeçam.
É muita expectativa.
Pode levar a muita frustração.
Pode parecer egoísta a recomendação, mas devemos cuidar de si próprio, fazer por si mesmo.
Ser honesto consigo mesmo, não tem nada de egoísmo.
Saiba o que quer e procure os seus próprios pedidos.
Um exemplo fantástico que Gretchen comenta, é sobre uma pessoa que contou que estava escrevendo um livro sobre seus ditados e pensamentos para sua pequena filha.
Ao fazer isso, ela estava criando uma expectativa, alimentada por muitos anos, até que o bebê cresça e possa decidir se vai ler o que foi escrito.
Essa expectativa pode se frustrar, na medida que a filha já adulta, não dê a mínima para o livro que foi escrito.
Mas por outro lado, se a mãe escrever o livro para si mesmo, o resultado é muito diferente.
O prazer de haver escrito, por si só já é uma realização.
Se ao final, a filha ler e apreciar, isso representa um bônus de realização.
Isso não quer dizer que devemos evitar pensar nos outros quando fazemos as coisas, mesmo porque algumas coisas são realmente dirigidas às outras pessoas – uma ajuda direta, um favor.
Qual a justificação que criamos quando fazemos alguma coisa?
Qual a história que contamos para nós mesmos?
Podemos estar incluindo os outros nessa história correndo o risco de nos frustrarmos.
Reflita sobre algumas coisas que você anda construindo para os outros.
Beco




Pegadinhas da vida, em uma fase não muito boa, por acaso vi seu blog muito bom navegar por aqui…. de bom gosto, de sensibilidade a cada passo e a cada letra…foi um ombro amigo para mim hoje. Sejamos Felizes!!!!!