Às vezes, o egoísmo nos impede de apreciar as realizações dos outros.
Preste atenção nas realizações das pessoas que estão à sua volta, e até mesmo das pessoas públicas que você sequer conhece pessoalmente.
Sinta-se feliz pelas realizações dos outros.
Eu aprendi que essa atitude funciona como um espelho. Ela rebate de volta em forma do nosso próprio bem estar.
O blog ZenHabits apresenta 3 observações para nossa reflexão sobre essa questão:
- a luta pelo sucesso não implica em competição;
- ajudar os outros, no longo prazo, redunda em ajuda a si próprio;
- invejar o sucesso dos outros e tentar passar a perna nos outros não ajuda ninguém.
Temos sempre a impressão que estamos numa competição, mas o jogo é mais de cooperação.
O sucesso do outro não exclui a minha felicidade. Muito pelo contrário, se nos alegramos com o sucesso dos outros, temos mais razões para ser feliz.
Quando nos livramos do modelo mental da competição, ficamos mais à vontade para ajudar os outros e assim usufruir dos bons relacionamentos, da amizade e do sucesso no longo prazo.
Há quem pense o contrário, menciono aquí um estudo conduzido na Alemanha e publicado na revista Time, onde concluíram que as pessoas naturalmente se satisfazem com a competição.
Lendo o artigo, ainda acredito que a inveja e a competição são excelentes ingredientes para a infelicidade.
Querer o insucesso dos outros é um sinal de baixa auto-estima, e se traduz numa sensação permanente de que estamos pior que os outros.
É ainda a percepção de que os outros não merecem o que recebem, e este é um pensamento negativo que só atrai a infelicidade.
Como diz muito bem Shamala Tan, aquele que se alegra com o sucesso dos outros, enxerga para si próprio as possibilidades para o seu próprio sucesso e felicidade.
Beco



