Ao atirarmos brasas nos outros, podemos ter sucesso em acertar alguma no inimigo, mas certamente sairemos com as mãos queimadas.
É uma boa reflexão. Algumas brasas podem atingir quem queremos atingir, mas todas nos atingirão. Será que é uma boa coisa a ser feita?
É a lei do karma: o que fazemos para os outros acaba voltando para nós mesmos, muitas crenças acolhem o conceito de que recebemos aquilo que plantamos.
Não ataque ou cause mal deliberadamente a outras pessoas, mesmo que verbalmente.
Reflita um pouco sobre o benefício que você vai ter por atacar os outros. Utilize a regra popular de contar até dez.
Afaste a raiva e não guarde ressentimentos das outras pessoas.
Não desrespeite as outras pessoas, especialmente os entes queridos.
Não incorra em comportamento que possa ferir as pessoas queridas que te cercam, e isso inclui hábitos tóxicos e comportamentos violentos.
Dizem que as pessoas que atacam ou revidam imediatamente, pensam apenas naquilo que a está incomodando, sem pensar nas conseqüências daquilo que está por fazer.
São pessoas reativas, que pensam muito pouco antes de agir, e são essas as pessoas mais propensas a carregar esse karma negativo.
Ferir os outros nem sempre assume a característica de ataque, mas os maus tratos podem aparecer na forma de infidelidade, mentira, dissimulação, fraude, fofoca, e outros mecanismos perniciosos, que também voltam para si mesmo.
Às vezes, ferimos as pessoas não fazendo alguma coisa, tal como a indiferença, recusar ajuda, a mão amiga negada.
É o círculo vicioso da infelicidade – demonstramos a insatisfação ferindo os outros – recebemos o mal de volta – revidamos, e assim por diante.
Para romper com esse círculo vicioso, temos parar de ferir os outros.
A outra forma poderosa e fazer o bem, sem ver a quem, sem esperar nada em troca, e assim acumulamos o karma positivo.
Beco



