É muito fácil dar uma de coitadinho.
Muita coisa pra fazer, e parece que só nós é que trabalhamos.
Muita coisa para se preocupar e parece que só nós é que nos importamos.
Muita coisa errada, e parece que acontece só com a gente.
Com tanta gente para acontecer o azar, porque comigo?
Parece que fui premiado com todas as dificuldades.
Nos sentimos por baixo, somos inundados por pensamentos negativos e ficamos prisioneiros dos próprios pensamentos.
Silencie a mente e veja as grades dessa prisão se desfazer.
Isso passa principalmente pela aceitação da vida como ela é.
Quando não aceitamos, quando queremos só o que for perfeito, ficamos indefinidamente resmungando pelo que não aconteceu, e também pelo que aconteceu.
É vida é feita de altos e baixos, e devemos aceitar isso.
Se fazer de vítima é uma questão mental, e deve ser trabalhada.
Recuse a ajuda que outras pessoas te prestam com o tom de te colocar como vítima.
Coitadinho – deixe eu te ajudar.
Pobrezinho – quero compartilhar contigo.
Que infeliz – quero te dar um conselho.
Muitas vezes, um comportamento paternalista impõe e estimula o outro a fazer papel de vítima.
Recusar o papel de vítima é estar seguro de si e confiante da sua capacidade e empenho.
Quando digo para mim – fiz o meu melhor – estou recusando o papel de vítima.
Quando penso – isso pode acontecer com qualquer um – estou recusando o papel de vítima.
Não se coloque na posição de derrotado.
Beco




Lindo teu blog,está na minha lista de favoritas,quando tenho necessidade de palavras de conforto é aqui que encontro.Obrigado!
também gostei.
Bom texto.