A vida te fez bom, corajoso e confiante.
Nada foi em vão, nem as dificuldades por que passou.
As mínimas coisas vividas tiveram um motivo, um ensinamento.
Sem arrependimento, sem culpa, sem ressentimentos, veja como valeu à pena.
Somos o que a vida nos concedeu.
Somos o que a vida nos moldou.
Devemos ter orgulho do que somos, o indivíduo que nos tornamos.
Faça um retrospecto de todos os eventos importantes da sua vida. Coloque tudo em ordem cronológica e você vai ter a sequencia de como a vida te moldou.
É uma coisa muita boa pra se fazer.
Pense nos encontros e nas pessoas que conheceu, e que vieram a desempenhar papel importante na sua vida.
Pense nos membros da sua família, e na interação que teve com eles ao longo do tempo. Se dê conta da intimidade, da cumplicidade e da amizade.
Pense nos tempos da escola, diferentes idades, diferentes amigos.
Quem tem irmãos menores pode muito bem se lembrar do evento do seu nascimento.
As viagens em família e com amigos são coisas marcantes para muitos de nós.
As mudanças de endereço, localidades e até de país, muitas vezes um transtorno, guardam tantas experiências interessantes e valiosas.
Reflita sobre as coisas boas que outros fizeram por você, é coloque nessa lista. Aproveite para colocar na lista as coisas que te fizeram de mal.
As falhas e os traumas que ocorreram na sua vida, bem como as realizações e os sucessos devem ser relacionados. Os conflitos que você viveu com outras pessoas e consigo mesmo, as coisas inesperadas e impactantes, todas deixaram marcas na sua vida.
É mais ou menos como a própria biografia que explica o que somos.
Depois de escrever, devemos ler e experimentar o orgulho da pessoa que nos tornamos.
Reflita por um momento sobre qual o evento que mais marcou a sua vida – o casamento, os filhos, a graduação, o emprego, uma dificuldade.
Escolha um único evento e pense como isso influiu na sua vida.
Sinta a satisfação de estar vivo e de ter vivido o que viveu.
Beco



