Feeds:
Posts
Comentários

Faça uma lista do que tem que ser feito, uma lista dos defeitos pessoais que quer se livrar, uma lista dos lugares que quer visitar.

Mais do que isso, dê vida a essa lista, abordando um item de cada vez. Faça o que tem que ser feito.

Siga a lista, dê vida à lista.

Reflita sobre a lista. Alguns itens acabam sumindo, perdem prioridade e isso tem a ver com a dinâmica da sua vida.

Eu tenho o costume de fazer uma porção de listas.

Amigos antigos que quero localizar, tão fácil hoje em dia, em tempos de redes sociais.

Lugares que ainda pretendo visitar, poucos por sinal.

Pratos culinários que quero aprender a preparar.

É tão bom ver as coisas se realizarem, as tarefas se cumprirem.

As pessoas que gostam de viajar, e as pessoas que gostam de peregrinação, devem fazer uma lista, devem priorizar e percorrer os itens, um de cada vez.

Eu tenho uma lista de livros para ler, e fico satisfeitíssimo quando concluo um deles, e mais ainda quando gosto muito do livro.

Faça uma lista das coisas que te faz feliz.

Releia a lista frequentemente, priorize e pratique.

Em matéria na Psychology Today, o Dr. Christopher Peterson comenta sobre as listas e o aspecto diletante que deve ser evitado.

Diz Peterson que a lista, para que possa realmente contribuir para a felicidade das pessoas, devem conter itens que transpõem a barreira do diletantismo, e que tenham real significado para cada um.

http://www.psychologytoday.com/blog/the-love-wisdom/201201/life-lists-and-happiness

Uma lista de virtudes poderia ser mais interessante, diz Peterson para podermos levar a vida com mais alegria e sem resentimentos.

A lista de eventos e momentos podem não sustentar a nossa felicidade com os tempos, podemos ficar entediados.

Podemos chegar a conclusão que a nossa vida é vazia, pois se resume à uma lista de eventos sem significado real.

Beco

Nenhum problema dura para sempre.

Você pode dar conta de resolver os seus problemas e sobrepujar as dificuldades, um dia de cada vez.

Aceitar o que está fora do meu controle. Pratique a oração da serenidade.

Ninguém recebe uma cruz maior do que consegue carregar. Aprendi isso lá atrás e postei em: não reclame da sua cruz.

Tampouco use a sua cruz como desculpa para se esquivar da vida.

Já vivenciei situações de pessoas que não fazem mais nada na vida por conta de algum problema crônico, uma cruz que carregam.

São pessoas que reclama de barriga cheia, como dizem.

Reclamam da vida, sem razão.

Outros, a despeito da pesada cruz, levam a vida com alegria e conseguem sorrir e ser feliz, pois se recusam a ser esmagado pelos problemas.

Não deixe os problemas se enbaralharem na sua cabeça, pois assim você perde a noção de proporção.

Quando embaralhamos tudo, os problemas grandes se igualam aos pequenos e aqueles insignificantes acabam incomodando tanto quanto os problemas sérios.

Deixe os problemas pequenos e insignificantes caírem pela beirada da mesa. Vá empurrando-os devagarzinho. Coloque a sua atenção naquilo que realmente é urgente e importante.

Quando o problema é muito grande, normalmente é crônico.

Quando o problema é grande e não é crônico é uma catástrofe ou uma tragédia. Nesse caso, tenho que aceitar.

Quando nos defrontamos com um problema grave e crônico, é natural que estejamos tão imersos e emocionalmente comprometidos, que perdemos a noção de como lidar com ele.

É preciso praticar um desligamento emocional, um distanciamento adequado para conseguirmos ajudar e nos ajudar.

O distanciamento não quer dizer abandono, muito pelo contrário.

Quando nos distanciamos um pouco, ganhamos serenidade suficiente para enxergar o problema na sua real proporção.

Aprendi que não há problema tão grande que não possamos resolver, e aquilo que não tem solução, temos que aceitar.

Beco

A vida é um mundo de escolhas.

Fazemos as escolhas certas, fazemos as escolhas erradas, mas são as nossas escolhas, afinal, é a nossa vida.

Há no entanto, pessoas que pautam suas vidas olhando as opções e escolhas de outras pessoas.

Os meus problemas e as situações que envolvem a minha vida é que apresentam opções, soluções e decisões. O que acontece na vida dos outros não é da minha conta.

Há um ditado que diz: aproveite o que gosta e aceite o que não gosta.

Para praticar isto, precisamos realmente saber o que gostamos e nos ater a isto.

O contrário deste ditado é aceitar o que os outros gostam e desprezar o que eu mesmo gosto.

Deixo assim de cuidar de mim, para cuidar daquilo que os outros pensam de mim.

Chega uma hora que me olho no espelho e não me reconheço mais.

Quantas vezes ouvimos a observação: eu, se fosse você não faria isso, ou faria aquilo.

É muito difícil ouvir: vou te dizer o que eu fiz quando me defrontei com uma situação parecida.

Nós mesmos, temos uma tendência forte de ser influenciado, de ser guiado, e mal sabemos que isso nos faz mal, reprime e deprecia a nossa individualidade.

As escolhas são nossas, e portanto, temos que focar nas nossas opções e nas suas consequências.

Isso vale para o planejamento financeiro, para os relacionamentos pessoais, criação de filhos, carreira e assim por diante.

Quando as nossas escolhas são encharcadas de inveja e comparações, é sinal que estamos decidindo os nossos caminhos olhando as opções de outras pessoas.

Beco

O mundo não é perfeito no nosso conceito.

Há tanta coisa que faríamos diferente, fóssemos nós o criador, mas não somos.

É bom aprender a ver o mundo como é, e não como gostaríamos que fosse.

Quando colocamos muita vontade criadora no nosso olhar, distorcemos tudo que olhamos.

Isso vale muitíssimo quando olhamos os outros.

Cada vez que encontro uma pessoa, começo a confrontar o seu comportamento com aquilo que acho correto. O meu termômetro julgador roda sem parar, como se fosse a comissão de julgamento das escolas de samba do carnaval.

Assim, deixo de apreciar o que cada pessoa tem de bom.

Deixo de aproveitar cada momento mágico do relacionamento.

Quando me encontro com alguém, seja pela comunicação verbal ou não verbal, tenho que fazer a seguinte pergunta: o que ela está querendo me dizer?

Isso me tira do comportamento padrão do = o que eu quero que ela me diga.

Quando experimento uma situação, um evento, uma circunstância, devo me fazer a seguinte pergunta: o que eu estou perdendo, o que não estou percebendo?

Sempre há coisas que escapam ao nosso olhar, e quando olhamos com preconceito, muita coisa passa despercebida.

Olhar a vida com serenidade ajuda um bocado.

Olhar os problemas na real proporção me protege de tomar decisões apressadas e equivocadas.

Olhar as barreiras como oportunidades de aprendizagem é o que faz da vida uma escola.

Olhar os outros como professores me dá essa vantagem competitiva de ser um aprendiz em qualquer circunstância.

Beco

Ser eu mesmo soa como uma frase evidente e tola, mas no fundo não é assim tão simples.

Ser eu mesmo significa fazer o que eu gosto, ser quem eu desejo ser.

Será que eu sei exatamente o que gosto?

Será que sei exatamente o que quero ser?

O nosso cotidiano nos coloca em tantos papéis forçados, que não raro, nos esquecemos do que realmente gostamos.

A sociedade, a esteira hedônica, os amigos, as comparações – tudo nos coloca num caminho cheio de insegurança se somos nós mesmos.

É bom caminhar com segurança.

É confortável quando caminhamos com o olhar altivo, enxergando as barreiras na real dimensão.

Aceitar o passado com serenidade e encarar o futuro com confiança ajuda muito a nos dar segurança na caminhada. Enfim, sabemos de onde viemos e para onde vamos.

Quando aceitamos as agruras do passado, é como tais circunstâncias não nos assombrassem mais. Não as esquecemos, mas elas perdem o poder de nos atormentar.

Funciona como se nos livrássemos das algemas, para sermos nós mesmos.

Os grilhões que prendem os nossos pés são libertados através do perdão. Pratique o perdão para se libertar.

Elimine também um montão de coisas que não tem nada a ver contigo. Acabamos nos metendo em tanta coisa, impulsionados pela onda, pela conversa dos amigos, e coisas que não tem nada a ver conosco.

Esqueça um pouco a opinião dos outros – siga os seus instintos – as suas preferências.

Aprecie bastante as coisas que você faz, especialmente aquelas que são do seu gosto.

Fique bem consigo mesmo, e caminhe com segurança nessa jornada.

Beco

Porque tanta ansiedade?

Onde fui ganhar tanta intolerância e tanta inflexibilidade?

Vejo pessoas que não conseguem deixar passar um mau humor do caixa do supermercado, ou do jornaleiro. Elas têm que comentar, fazer um julgamento, deixar ali, naquele momento, uma gota da sua prepotência e intolerância.

Dizem que a tolerância é o óleo que lubrifica as engrenagens dos relacionamentos. Digo ainda que a tolerância funciona como uma enzima que nos ajuda a digerir coisas que temos dificuldade de digerir.

Sem a tolerância, as coisas ficam atravessadas na nossa garganta.

É um sinal de perfeccionismo.

É um sinal de prepotência,

É falta de aceitação.

Temos que aceitar que cada um lida de maneira diferente com cada situação, e há um espectro largo nessas maneiras diferentes, sem que uma seja certa ou errada.

É claro que há comportamentos inaceitáveis, seguramente reprováveis, assim como atos imorais e criminosos.

Nessas situações, temos que avaliar se cabe alguma ação de nossa parte. Temos alguma responsabilidade, temos alguma ação que cabe a nós?

Se não nos diz respeito, temos que aceitar, e deixar passar.

A aceitação é um bem que fazemos a nós mesmos.

Quando trabalhos a aceitação, é bom começar devagar, dando os primeiros passos.

Aceite as coisas mais simples. Não parta para as coisas difíceis, coisas que você fica rubro de raiva só de pensar.

Hoje queria que o dia fosse ensolarado, mas está chovendo. Não vou poder fazer as coisas que planejei. Eu aceito.

A garota do supermercado errou ao contar e embalar os pães. Tive que interferir, mas devo tolerar, aceitar e deixar passar.

Às vezes ficamos reclamando e praguejando para quem não tem grande responsabilidade sobre o assunto.

Na fila do banco, não adianta nada ficar praguejando com os outros clientes. Preencha uma ficha de sugestões, e deposite no local adequado. Ligue para o SAC do banco e contribua com seus comentários.

Começando com pequenas coisas, pequenos passos, podemos fazer como o bebê que dia a dia caminha mais desenvolto, com mais segurança e confiança.

Beco

Deixe a vida te ensinar.

Não devemos lutar contra a corrente natural da experiência pessoal.

As adversidades vêm e vão – e nos ensinam um bocado de coisas.

Tudo que você sabe hoje, e não digo da matemática ou biologia, mas sim da perseverança, honestidade, compaixão, amizade, cooperação e tantos outros elementos, você os aprendeu de experiências passadas.

Toda essa carga educacional, você não recebeu ao completar 18 anos, ela veio devagarzinho, em cada momento vivido.

É importante não fazer oposição à escola da vida.

Não dê uma de teimoso.

Não recuse ouvir.

Não seja inflexível.

Não faça de conta que já aprendeu tudo.

Temos o costume de observar os outros, o que estão usando, que carro dirigem, o tamanho da casa que habitam, mas nada disso nos ensina qualquer coisa.

Observar como as pessoas lutam para vencer as adversidades e os exemplos de coragem, perseverança, aceitação e humildade, isso sim, nos ensina um bocado.

Observe sobretudo as pessoas humildes, sem posses materiais substantivas e vai se impressionar com a capacidade de lutar e vencer que apresentam.

Ficamos impressionados, especialmente porque acreditamos que as posses materiais nos capacitam para alguma coisa, e precisamos ser lembrados que isso não é verdade.

Outra coisa importante, é se deixar aprender consigo mesmo.

Você não é a mesma pessoa que era quando tinha 18 anos. Hoje, mais maduro, tem muito a ensinar para si mesmo.

Aquela reflexão que fazemos, e aquele diálogo que conduzimos consigo mesmo, é um momento de aprendizagem.

Temos que permitir e atentar para que esses momentos tenham lugar no nosso atribulado cotidiano.

Beco

Descarregue esse peso que está carregando.

Largue a mochila das inutilidades e futilidades.

Deixe cair e deixe ir as preocupações com as coisas que não irão acontecer.

Deixe de lado as preocupações de coisas que não te dizem respeito.

Pare de se preocupar tanto com a vida alheia. Preste atenção se isso não é uma forma de conseguir material para fofocar e bisbilhotar a vida dos outros.

Há momentos na vida que nos sentimos excessivamente sobrecarregados e nem sempre sabemos o que faz tanto peso na nossa mochila.

Temos que interromper a correria por alguns momentos e fazer uma reflexão.

É bem possível que a reflexão tenha que ser feita em várias etapas – afinal a correria do cotidiano não permitiria uma tarde inteira fazendo um inventário do que carregamos na mochila.

Mas ao final da reflexão, seremos capazes de identificar as preocupações concretas e que exigem uma ação nossa de imediato.

Vamos identificar também um montão de coisas que vão nos atingir no futuro, ali na esquina da nossa jornada. Se for possível tomar alguma ação proativa e antecipada, temos que assumir essa responsabilidade e agir.

Muitas coisas ocupam a nossa mente e aumentam a nossa preocupação e sequer são coisas nossas – problemas de outras pessoas.

Temos que nos desvestir da prepotência e assumir que os problemas dos outros são dos outros.

É bom distinguir a linha tênue que divide o que é e o que não é da nossa conta.

Aprendi que passamos muito tempo preocupados com os problemas e situações que não irão acontecer. Quando me descarreguei dessa carga, a mochila ficou muito mais leve.

Andar mais leve faz toda diferença.

Experimente, fique bem e seja feliz.

Beco

É o que devo fazer com os meus defeitos.

Conhecer ou reconhecer é o primeiro passo.

Admitir que é você o único responsável pelos seus defeitos é o segundo passo, e o mais importante, pois isso abre as portas para o aprimoramento.

Corrigir é a última etapa, tirar lição de cada coisa, de cada situação.

Parece um roteiro elementar, mas muito difícil de aplicar em vários casos.

Quando falamos em mudar algo em nós mesmos, a coisa pega de verdade.

Somos apegados a tudo que nos diz respeito, e não é diferente com os nossos defeitos.

Prestar atenção naquilo que recriminamos nos outros é uma boa dica, pois estamos espelhando aquilo que não gostamos em nós mesmos.

Analisar com profunda honestidade cada defeito, nos permite enxergar o caminho para nos livrarmos deles.

Isso é uma tarefa para a vida toda, um dia de cada vez.

Comece simples, comece devagar e crie artifícios para reconhecer o seu progresso e para se animar nessa empreitada.

Muitas vezes, os defeitos não são propriamente defeitos, mas uma questão de modulação.

A ambição levada ao extremo pode ser um defeito, mas precisamos de um certo grau de ambição para progredir, avançar, melhorar as nossas condições de vida.

A autocrítica funciona da mesma maneira. O julgamento excessivo de si mesmo leva a imobilização e conformismo, ao passo que o julgamento adequado nos livra de encrencas e caminhos tortuosos. O auto-julgamento nos impulsiona para corrigir os próprios defeitos.

Um dia de cada vez e um defeito de cada vez está de bom tamanho.

Não fique angustiado se o seu avanço for lento.

Acho que todos avançam bem devagar nesse tema, assim é o meu caso.

Beco

Às vezes nos encontramos no meio da tempestade, esperando por um resgate.

Se imagine subindo por uma corda de resgate, e de repente você se dá conta que a outra extremidade não está amarrada em nada lá em cima.

Como é que isso vai dar certo?

É preciso que a outra extremidade esteja firmemente atada a um suporte muito sólido, firme, perene.

Tem que haver uma Força Superior lá em cima, segurando a ponta da corda, qualquer que seja a circunstância.

Pense no Deus da sua crença.

Pense naquilo que você acredita.

Pense que a sua fé vai te dar a segurança que a corda está firmemente atada, que você não está só e que você pode segurar firme e subir pela corda do resgate.

Essa segurança é fundamental para conseguirmos passar por tantas tempestades que nos atingem ao longo da trajetória da vida.

Há quem tenha perdido a fé numa Força Superior que possa suportar o seu peso, qualquer que seja a sua carga em cima dos seus ombros. Isso não é bom.

É um conforto importante acreditar que Alguém lá em cima está tomando conta das coisas que fogem ao nosso controle, que estão fora do nosso alcance.

Quem nunca teve uma doença grave em família?

Quem nunca correu perigo ou viu de perto o perigo circundando amigos e familiares?

É importante saber que não estamos lançados à sorte ou ao azar.

É importante saber que não estamos desamparados.

Fique bem, na companhia do Deus da sua crença.

Beco

Posts mais antigos »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 37 other followers